O modelo das sapatilhas vem na última edição da marie claire idées e os fios são Universa, daqui.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
all star
O modelo das sapatilhas vem na última edição da marie claire idées e os fios são Universa, daqui.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Aprender a tricotar com a Burda
A partir do final do mês de Fevereiro e durante todo o mês de Março, aos sábados, vou estar por aqui, para partilhar tudo aquilo que as agulhas me vão ensinando enquanto os novelos se desenrolam.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Academia Anchor
Há uns anos atrás inscrevi-me na recém criada Academia Anchor, na Coats & Clark, aqui em Gaia, para aprender a bordar.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Zeca
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Matilde
A Matilde é um elefante de tromba esticada, tem olhos dengosos e toque macio.
De cor azulada e do tamanho do abraço, dorme com a Leonor há mais de uma semana.
Depois de escolher o modelo, decidiu a cor e pediu pressa, muita pressa para ficar pronto.
Chama-lhe Matilde, que é o nome que gostaria de chamar a uma irmã, se assim acontecesse.
Hoje partiu dentro da mala que voou com ela para lá do oceano, onde também se canta em Português. Leva com ele o cheiro de casa, dos abraços da mãe, dos beijos do pai e das brincadeiras dos irmãos.
Conto com a Matilde para lhe aconchegar as noites e sossegar as saudades.
Às minhas, vou fazendo o que posso...
domingo, 21 de março de 2010
macaco
Segue-se agora um elefante, para afagar as noites da Leonor, que daqui a nada, vai dormir uns dias noutras paragens, sem a nossa companhia, para lá do Oceano.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
enovelar
E não fizesse eu tantos zig zag's nos meus trabalhos e ela já estava a cobrir outras pernas para além das minhas. A lã que vou usar para a manta não saiu das prateleiras da loja, mas se a experiência resultar, é bem capaz de ir lá parar.
Passo das riscas para os quadrados, num trabalho mais portátil, mais adequado para esta fase do ano. Há muito que não usava meadas e já não me lembrava da animação que é enovelar o fio que gira na dobadeira.
A minha mãe deu voltas aos sacos e aos trapos e recuperou esta verdadeira relíquia. Em madeira e com o preço inscrito a lápis na caixa (390$00), a dobadeira já cá mora e passou por várias mãos mais pequenas.
A colaboradora mais activa foi a L. que fazia do processo uma autêntica de brincadeira, que superava um bom mergulho na piscina. Perguntou-me se eu ajudava a minha mãe quando tinha a sua idade que eu disse-lhe que sim, que era tarefa minha.
- Então podes-me deixar sozinha a dobar a lã, também quero fazer parte da história da família!
É poeta, a miúda!
terça-feira, 3 de março de 2009
desmanchar
Andava para fazer este modelo desde que o vi e pensei que tinha encontrado o fio certo para o vestido.
Às cegas e ansiosa por começar, montei as malhas de acordo com as instruções e segui o modelo mais pequeno, porque eu não sou propriamente alta e espadaúda como aquela loira alemã da fotografia. Só quando acabei as costas e uma manga, 70 longos centímetros de intrincado tricotar é que me apercebi que o modelo é lindo, mas as medidas não correspondiam à malhas, nem o fio era da mesma espessura do outro, e o resultado, não foi definitivamente o mesmo.
Ainda empatei uns dias e chateei umas amigas com perguntas desnecessárias para respostas óbvias.
Se não gostas, se não te vais sentir bem lá dentro, desmancha!!! Não é isso que tu nos dizes também?!
Sou uma tricotadeira de revistas, dificilmente tiro um modelo só de vista, tenho que ler, reler, traduzir, contar e medir e ter a certeza, ou pelo menos, a forte probabilidade, de que o final é o que se vê na imagem.
Correu mesmo mal desta vez, e depois de reduzir tudo a fio, comecei outro trabalho, com outro fio, outro modelo, noutra língua e já vou com quase 30 cm de manga.
Depois hei-de voltar àquele, porque ele também não se há-de ficar a rir de mim!!!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
lã para o bebé
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
cronometrado
Os dias passam a uma velocidade estonteante, já não sobram horas para quase nada e tudo se decide de um dia para o outro.
Por mais que programe, organize ou agende com antecedência, as coisas sucedem-se e o tempo não espera.
Com o J. no 5º ano e a dificuldade no estudo a adensar, vi-me na necessidade de registar os testes dele na minha agenda, para organizar todas as outras coisas que esta gente faz durante a semana, com tempo para estudar.
O teste de História estava marcado por estes dias, ainda longe, no mesmo dia em que uma amiga especial fazia 11 anos. O J. quiz oferecer-lhe um presente e pediu-me para fazer um cachecol com esta lã. Com tempo, pensava eu.
Fiquei aflita, com o teste e depois com o presente da menina, que ainda não tinha entrado nas agulhas. E, a sair de um consulta às 8 h da noite, havia matéria para estudar, 3 banhos para dar, jantar para fazer e um cachecol para tricotar.
Inspira, expira, que não é assim que deve ser. Não sou eu que devo estar aflita e não é assim que ele vai estudar melhor a formação do Condado Portucalense.
Eles jantaram bem, cheiravam ainda melhor.
No dia seguinte, o J. foi com a matéria sabida e um presente na mochila, para aquecer um coração pequenino.
Ainda não me tinha visto nestes preparos...
domingo, 19 de outubro de 2008
a passo de caracol
O modelo foi retirado de um livro fabuloso da Norah Gaughan, "Knitting Nature", que apresenta modelos em tricot ou crochet inspirados nas cores e nas formas da natureza.
Este é um caracol!!!
O fio é este, escolhido por quem o vai usar, porque já não estamos em idade para nos melindrarmos com (sem) as surpresas.
A passo de tartaruga vai também esta saia, mas desta vez o cliente, que sou eu, não é exigente com prazos.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
Gorro em Agosto

Com a crescente falta de tempo, tenho que pensar mais com as palavras e menos com as mãos!
Que pena...
Mas se houver alguém a quem sobre um par de horas ao fim do dia, porque não experimenta este gorro para o frio de Agosto?! Ainda pode dar jeito!!!
Agora em português já não há desculpas para não deitar mãos às agulhas.
sábado, 19 de julho de 2008
workistó
Estes foram para crianças, com o intuito de criar uma oportunidade para brincar aos fios, às agulhas, aos trapos e às cores.
No final de cada sessão, cada um trazia para casa o material que usou, e foi um tal andar de produção de pompons, que conseguiu cativar a ala masculina da casa...
Na escola, os amigos da L. fartaram-se de enrolar fio e fizeram pompons para vender numa loja improvisada.
No mesmo dia, as mais velhinhas experimentaram o tricot com as agulhas luminosas e concluíram que o ponto só lhes saía bem quando as luzes estavam ligadas. Já ninguém fez um vestido para a boneca, mas uma bolsa para o telemóvel...sinais dos tempos!!!
Depois seguiram-se os bordados, em postais muito coloridos, que eram picotados previamente para depois serem bordados ao gosto de cada menina.
Esta rã bailarina ficou bem bonita e o ponto atrás aprendido na perfeição!
Ontem foi a vez do crochet e do patchwok, o mais ansiado por uma das meninas que finalmente ia aprender a coser numa máquina igual à da avó.
Destinada a guardar os trabalhinhos dos bordados, ficou linda a bolsa da Maria Luís. Tem um bolso no interior e uma alça ajustável. Um mimo! A avó agora que se prepare, pois tão cedo ela não dará sossego à máquina de costura.
Há quem diga que a ração não é para quem se talha, mas para quem a come!
Por isso, a nossa aluna mais velha de ontem, era um bocadinho mais velha do que todas as outras meninas, mas estava ainda em idade para aprender a coser à máquina e não deu o tempo por perdido.
Até ela ficou espantada com a elegância do seu trabalho! E não é para menos...
O gosto por estas coisas já se sabe que é mais coisa de fêmeas, mas os machos apareceram por lá e deram um uso diferente aos materiais, como este monstro dos dedais!!!
Hoje ainda haverá feltragem com água, para os mais pequeninos de todos, que se vão consolar a chapinar as mãos para criar bolas e formas divertidas com a lã.
Diverti-me muito e penso que eles também, a avaliar pela quantidade de vezes que chamaram Isabel, Isabeel, ISABEELLL quando caia uma malha ou precisavam de enfiar a linha na agulha, sem querer perder nem um minuto.


