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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

embalagem familiar




Esta é uma das preocupações quando vamos às compras: encontrar embalagem familiar dos ziliões de produtos que enchem o nosso carrinho de compras.

Mas isto do formato económico, não passa de mera publicidade ou ilusão de quantidade, porque a dose nunca chega, mesmo com 20% extra e grátis, dizem eles.

As espetadas são 4, os bifes são 4, até os iogurtes são 4 por embalagem. Quando são 5 deita por fora, está visto.

Para os fãs dos douradinhos, já há embalagem familiar, que embora não dê conta certa, depois de distribuir 6 para cada um (dos 3), ainda sobra peixe dentro do saco.

Talvez o defeito esteja mesmo nas bocas dos muitos, que não se ficam pelo menu infantil, nem com a ilusão do brinquedo. Os pratos ficam vazios e as travessas só voltam à cozinha com a salsa e as azeitonas. E o melhor é dar ao garfo, senão nem o nosso prato fica a salvo...

Ao Domingo, que sabe tão bem não fazer jantar, as crianças reclamam por um jantar de comida, comida mesmo, porque os crepes do lanche e as torradas com leite já não consolam e a canalha é de sustento!

E ainda que pareça estranho, o prato preferido deles é atum, com batatas cozidas, feijão frade e ovo...a seguir às batatas fritas, naturalmente, porque eles não são nenhuns extraterrestres!






quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Bolinhos de Canela


Às meias dúzias, às dúzias, há sempre bolinhos de canela no armário das bolachas da avó.

São luxos de neto mais novo, mimos do tempo em que a educadora era a avó.

O G. come destes bolinhos como quem come pão, por isso o avô repunha o stock todas as 4ªs feiras, quando os trazia fresquinhos da padaria.



Agora já sabemos como se faz:



200 gr açúcar

150 gr manteiga

1 pitada de sal

1 colher de sopa de canela

2 ovos

400 gr de farinha





Eu ligo o forno a 180º e a L. junta o açúcar com a manteiga.

Eu ligo a batedeira e o G. faz uma mistura cremosa.

Depois a L. junta o sal, a canela e um ovo e o G. vai batendo.

Agora o G. junta o outro ovo e é a vez de a L. bater.

A farinha deito eu e o G. vai envolvendo a poeirada.

Enquanto eu forro o tabuleiro com papel vegetal, eles deitam a mão à massa e fazem bolinhas de muitos tamanhos que, passados 20 minutos a coser, têm todas o mesmo sabor.



E é muuuuuito bom!


domingo, 29 de junho de 2008

workshop doméstico

Frustradas as expectativas de um workshop para mini cozinheiros, que não se concretizou esta semana por falta de inscrições, usamos os recursos domésticos para cozinhar uns pãezinhos de chocolate, que "diz que é uma espécie de bolycao".


Aberto o apetite, eis aqui a receita:




200 gr farinha (tipo 55)

1 colher de sobremesa de fermento em pó

1 pitada de sal fino

1 colher de sopa de açúcar

75 gr de manteiga amolecida

leite q.b.

barras de chocolate para culinária

1 gema



Misturamos a farinha, o fermento, o sal e o açúcar e juntamos a manteiga amolecida.

Fomos amassando e juntando leite até formar uma bola macia e moldável.

Depois retiramos pequenas porções que estendemos em forma de bolacha oval (deu para 8 pães).

No centro da massa colocamos uma barra de chocolate (cerca de 4 quadradinhos) e dobramos a massa, tapando o chocolate. Depois, pincelamos cada um deles com a mistura da gema de ovo e um pouco de leite.

Colocamos os pãezinhos num tabuleiro polvilhado com farinha, que levamos a cozer ao forno pré-aquecido a 180º.

Em 20 minutos ficam douradinhos e prontos a comer, com chocolate derretido para lamber os beiços.


Não sobreviveu nenhum!!!




E por falar em workshop, na Academia vamos fazer estes para os mais pequenos (e não só).



É um modo diferente de passar um par de horas, onde podemos brincar trabalhando, com agulhas luminosas, feltro, tecidos, pom-pons e cartões para bordar.



Let's play!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

massa de bilhar


- Ó mãe, ó mãe, o que é o jantar? Batatas fritas?! Sim, sim, diz que sim, por favor??? com douradinhos ou hamburguer ou outra coisa qualquer...mas faz batatas
fritas, fazes?
Esta é a banda sonora que passa na frequência da nossa casa, sempre entre as 19h e as 19h.30m, meia hora de música seguida, que eles me dão.


E eu nem gosto de batatas fritas e correndo o risco de vir a gostar, adio o mais que posso o dia do jantar da "canalha" como lhe chamo e dou ao pai a oportunidade de brilhar quando é ele a cozinhar (o que também é raro).


Ontem, na emissão radiofónica passou invariavelmente a dita música e aqui a chata teve que dizer não, que não ia haver batatas fritas ao jantar.

- Vamos comer massa com carne, que sobrou do almoço de ontem. (o também chamado "jantar de aquecidos", pouco popular entre miúdos e "graúdo")

O G. animou-se:

- Vai ser massa de bilhar?


Para quem não sabe, massa de bilhar é uma massa muito saborosa, servida em placas intercaladas com camadas de carne picada e espinafres, estufada num espesso molho de tomate, regada com molho bechamel e polvilhada com queijo mozzarela ralado.

Vai ao forno (enquanto nós vamos ao banho) e serve-se quente (porque acaba antes de esfriar).


Há também quem lhe chame lasanha! :D


Não foi ontem, mas foi hoje.



São servidos?