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domingo, 9 de janeiro de 2011

À procura..da arte!

O João anda à procura da sua vocação e parece-me que anda lá perto...


Anda à procura de algo que não se prenda à métrica das palavras nem à objetividade dos cálculos. 
Tem experimentado áreas que lhe são mais naturais às mãos e lhe permitem fluir sem dor a excelência do seu pensamento.

Ele pintou estes quadros nas férias de Natal e, para mim, são os mais bonitos que já vi na vida!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

costura patriótica


Na semana cultural deste ano no Colégio, foi apresentada uma aventura com mil anos.

Contou com a participação de 280 alunos, que personificavam vários protagonistas da história mundial com enorme empenho e qualidade. Vestidos a rigor, entoavam as suas falas e os gritos de manifestação como se a história acontecesse ali, naquele minuto. Envolvidos numa história que também é a sua, estou certa que há acontecimentos que nunca mais vão esquecer quando forem tema de aula.

Os narradores desta história eram da casa, avô e neto, nos seus papéis naturais, o avô a contar a história e o neto a fazer as perguntas.
O avô, que conta a história de Portugal como ninguém, como quem conta um filme de animação, empenhou-se com entusiasmado no relato e divertido na expressão, imitando na perfeição a trémula voz do austero ditador, Salazar de seu nome.

O neto surpreendeu com uma naturalidade e expressividade que não lhe conhecia, mantendo-se sempre muito bem no seu papel durante mais de 2 horas de espectáculo, para uma plateia repleta de pessoas.


Dias antes, incumbiu-me de preparar alguns acessórios para a cenografia: as bandeiras da monarquia e da república portuguesa.
E eu fiz o que pude...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Inverno


O Inverno bateu à porta
trouxe com ele chuva e frio.
As nuvens também vieram
e a água subiu no rio.
Os meninos já brincam em casa
já vestem roupas de lã
calçam galochas e luvas
quando saem de manhã.
A mãe arranja o casaco
o gorro e a camisola.
Num tempo tão frio
também é giro ir à escola.
Ouvi-o da boca do G., que o sabe de cor e salteado.

A ilustração é da autoria do J., com as folhas do jardim e as pedras do quintal.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

10 anos



- O Rei sou eu!

A única verdade que sabemos em dia de aniversário, sobretudo quando já só se fazem anos com dois dígitos.


Estou feliz com ele, até porque eu sei que sou a sua "Rainha".


domingo, 22 de junho de 2008

Olha o Verão!

Visto pela L.




e visto pelo J.

Com o calor, a tarde de Domingo é grande para brincar à bonecas, ou para fazê-las, como esta fada bailarina, a "Rita"!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

dentro do carro

Do banco da frente, para o banco de trás:

- Vá lá, dá-me a máquina fotográfica!!!
- Toma! (clic)


Se consigo fazer isto a conduzir, porque é que não hei-de fazer crochet ou tricot?!!!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Dias de sol.



A Primavera está a custar a ficar por cá, num vaivém de dias cinzentos, ventos frios e águas "molhadas".


Com os intervalos de sol de verão e calor de arredar as roupas, é difícil manter os humores a um nível equilibrado.


Num desses dias de calor, brincaram com os primos ao Robin dos Bosques e fizeram o arco e a flecha com os paus do quintal.


O J. é quem faz notar mais as suas variações de humor, que por vezes são muito difíceis de lidar, sobretudo com dois assistentes na plateia doméstica, que não deixam escapar alguma ausência de repreensão.


Nos últimos tempos, porém, o J. tem tido consciência do seu mau acordar e do seu mau deitar e tem-se esforçado (muito) para evitar as resistências a que nos habituou.


Há alguns dias que é o primeiro a levantar-se e a vestir a roupa sem ondas. Deita-se sem resistência e aceita melhor a necessidade de ler livros sem imagens.


Nós temos reparado, temos valorizado e ele sente-se ainda melhor.




-Vês mãe, já li um capítulo até ao fim e olha, olha só como eu me levantei tão bem!! Nem tiveste que ralhar comigo. Ah! Estou ou não estou como um menino do 5º ano?!!!

Ele ainda não está no 5º ano, e chega lá não tarda, mas já sente que as mudanças vão ser grandes e vão exigir um esforço acrescido.


O que me agrada é que ele se sente feliz por estar a crescer assim, de um dia para o outro.


Perguntou-me há umas semanas atrás se eu estava feliz com ele. Disse-lhe que sim.



- Mas porquê? - quis saber.

- Porque foste escolhido para o quadro de honra da escola nesta semana.

- E mais nada? - insistiu.

- Porque tu também estás feliz.

(...)

- Bolas mãe, não é qualquer mãe que está feliz só porque o filho está feliz!



Pois eu penso que a muitas mães basta ver o sorriso dos filhos pela manhã para ganhar o dia...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

vindo do coração



Escondido por baixo do casaco, o J. traz um envelope com este desenho. Oferece-me com um sorriso.
- Guardei-o junto ao meu coração para to dar!



Pelas cores que usou, pelas emoções que revelou e pela alegria com que o ofereceu, eu fiquei muito, muito feliz!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Temos que conversar!

Ainda o J.:

- Para o ano vou para o 5º ano, não é?

- É.

- Tenho mais disciplinas não é?

- É

- Tenho que estudar mais tempo não é?

- É.

- Então acho que deviamos pensar em reduzir algumas das minhas actividades...

- Hum, sim, podemos pensar nisso. Qual?

- E que tal a música?

As voltas que ele deu (as voltas que ele dá) para nos convencer a deixar a música...
Desta vez os argumentos são mais difíceis de rebater.
Mas disse isto no mesmo dia em que me contou, animado, que já consegue tocar bateria em três ritmos diferentes (um em cada mão e outro com o pé, porque o rapaz não é propriamente uma boneco telecomandado) e ainda abana o "capacete" com o entusiasmo da música.
Ainda me faltam uns meses pela frente...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Dragão

-É para tu pores no computador.






E eu pus, com muito gosto!



No banco de trás do carro, nas salas de espera, no banho ou ao deitar, o J. fala-me assim:



- Sabes porque é que eu gostava de ser filho único?! Porque é difícil partilhar o teu amor.
(...)
- Estou mais feliz agora, não há nada que me ponha triste.
(...)
- Vou clicar num botão em ti para tu parares um pouco...andas muito cansada!



Numa overdose de elogios e agrados, sedento de admiração e reconhecimento.
Eu vou fazendo a minha parte!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Upgrade


Os meus estudos comprovam que os 2ºs e 3ºs filhos vêm com upgrade de desenrascanço.
Não serão bem os meus estudos, talvez mais a minha experiência, mas como é vasta, acho que permite considerar-se de análise cuidada e avaliada.

O J., com os privilégios dignos de um primogénito, entrou aos 2 anos para o infantário a comer nada mais do que sopa e ainda esta à "lei da bala". Sólidos só mesmo os rissóis com que a avó o mimava ( e nós que tínhamos lidos nos livros que fritos, nunca antes dos 3 anos...).
Foi caricata a primeira entrevista com a Directora que nos perguntava qual era o alimento que ele não gostava e nós...não sabíamos...
- Ele não come nada, como é que vou saber o que ele não gosta?!!
Já cresceu entretanto, come todos os sólidos, aliás, muitos sólidos. É o leão das batatas fritas, como gosta de se gabar.
A L. já chegou mais expedita (ou não fosse mulher) e poucas resistências fazia na alimentação, nos cuidados de higiene e na hora de dormir (salvo um período conturbado em que se recusava a pregar olho, mas isso já passou e eu nem gosto de me lembrar...).
Desde cedo que se veste sozinha (ainda hoje é a primeira), come pela sua mão e estuda sem ninguém mandar.
Dificilmente espera que a atendam quando pede ajuda e resolve directamente as suas pequenas dificuldades.
Muitas vezes é ela quem acalma a fera que se dá pelo nome de G. e brinca às mães com o irmão mais novo.
Confesso que frequentemente me surpreendo com o seu crescimento acelerado.
Mas o G., definitivamente, veio com um upgrade de última geração.
Tem tanto de mau feitio como de independência. Tem pressa para atingir o ritmo dos irmãos e recusa-se a ser tratado como o mais pequeno.
Ontem mesmo, depois de quase se ter lançado ao pescoço da irmã para a destronar do banco do piano onde pensava que queria tocar, veio-me ajudar a arrumar a louça da máquina e a por a mesa e o resultado foi aquele, com os talheres alinhados e os copos distribuídos.
Depois, fez questão de tomar banho sozinho e de chuveiro (comigo à espreita, naturalmente).
Esta manhã, não me deixou ficar no quarto quando o acordei porque se queria vestir sozinho, mas mesmo sozinho, sem ninguém a vigiar. E é que não se esqueceu de nada.
Quase 4 anos, quase um homenzinho!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

poema no tpc

O mar

O mar, o mar

é tão lindo

como o nosso

lindo lar,

é tão bonito

como o retrato

do seu melhor amigo.

O mar, o mar,

quando o vejo

só me apetece

cantar e brincar!




Depois de cavaleiro, agora quer ser poeta. O J. anda encantado em "pôr as palavras de par em par".
O desafio dos trabalhos de casa do J. nesta semana foi a elaboração e ilustração de um texto diariamente.
Despertou o seu gosto pela poesia.
Quem disse que os trabalhos de casa são desinteressantes?!! Eu estou a gostar!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Ora aí está!

À hora do jantar, e depois de muitos ralhetes por causa de um boneco que teimava em ir para o colo da L., atrasando ainda mais o seu ritmo a comer, o J. levanta-se, pega no boneco e diz:
- Ó mãe, tu gostavas mesmo é que nós fossemos como o "Chicco", à noite fazíamos assim...




... e de manhã que acordávamos assim...




Eu já nem pedia tanto!

Bastava-me que não reclamassem quando os deito, e acordassem bem dispostos quando os acordo.

Agora se a isso estivesse associado o movimento mecânico de abrir e fechar daqueles olhinhos, então era ouro sobre azul!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Festa do Caloiro



Hoje, os mais velhos tiveram uma festa especial no ATL, a Festa do Caloiro, com direito a padrinho e a madrinha (a quem a L. chamou tia, quando me contou o que aconteceu na festa...).

À primeira vista, para quem já está no 2º e 4º ano, não faz muito sentido receber o estatuto de "caloiro". Mas a verdade é que eles são mesmo caloiros, numa escola onde fizeram o pré-escolar, e para a qual voltaram depois de frustradas as tentativas desta mãe e da "super avó" de fazer um acompanhamento escolar mais próximo.

Sempre pensei que, com uma avó professora e sempre disponível, os meus muitos teriam um "ATL de luxo", por ser personalizado, próximo e praticamente exclusivo.

Enganei-me, tal como acontece comigo e com o pai, também com a avó a reacção dos meninos às nossas explicações e orientações não é a melhor...

- Não foi assim que eu aprendi!

- Tu não estás a perceber nada!

- Não foi assim que a minha professora ensinou!

- Eu é que sei!

- A professora só mandou fazer isto!

- Não quero trabalhar mais!

...e outros mimos de que agora já nem me lembro!!!

Decidimos então inscrevê-los na escola para onde entraram com 2 anos e que agora os recebe com o mesmo carinho do 1º dia.

Não foi muito fácil esta opção, por trazer consigo uma certa frustração e por envolver um encargo financeiro bastante superior. Mas é assim, quem tem 3, faz contas de multiplicar por 3 e toma decisões a 3 e as nossas têm sido bem ponderadas. Pelo menos tentamos!

Apesar de terem voltado ao trabalho antes do habitual, estão felizes e não reclamam por acordar cedo.

Eu também estou feliz por eles e por mim, que quando os vou buscar, posso ser só mãe, matando as saudades que vou acumulando ao longo do dia!!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Sabe mais que o Papa...



Tiradas do J.:

- Ó mãe, tu és o meu maior tesouro! Não te trocava nem por uma PS3!

* * * * *

Dá-me uma palmada no ombro e diz-me:

- Tens o espírito da tua mãe!

* * * * *


Depois de mais um conflito familiar, por outros palavras, depois de uma cena de "pancadaria" entre irmãos por causa de um carro do tamanho de uma unha, eu alcanço a desejada paz com uma longa conversa entre os "guerrilheiros", e o J. conclui:


- Eh mãe, tu pareces Deus, assim a dar conselhos!


* * * * *


A contar uma história antes de dormir, no quarto de um deles e já desatinada com a indiferença a que me voltaram, digo:


- Se não estiverem com atenção, eu não conto a história.
Responde o J.:


- Eu estou a usar a visão e o tacto com o meu dinossauro e com a audição estou a ouvir a tua história.
Pelo menos fiquei esclarecida.


* * * * *


Com o pai a fazer braço de ferro:

- Ó pai, como é que tens esse músculo?

- Como muita sopa.-responde.

- Mas tu nem comes sopa!!!

- Mas trabalho muito...-tenta a sua sorte.

- Tu nem uma camisola sabes passar a ferro...


Haja alguém que dá valor ao trabalhinho aqui da "sopeira"...

* * * * *

O J. também já me disse que, quando ele for adulto e se eu quiser, posso continuar a viver na minha casa, porque ele não se importa, até faz gosto...




É assim o J., tantas vezes carinhoso, como insurrecto, tantas vezes criativo, como desastrado...


E foi num momento de criatividade que se lembrou de fazer com dois paus e fita cola uns skis domésticos...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Democracia





Durante o dia de hoje, o J. fez estas magníficas construções de lego e esteve particularmente calmo.

Aliás, dos três, o J. foi quem se portou melhor em casa da avó, num dia em que eles até estiveram mais calmos que o habitual, nesta que é a chamada a "semana dos avós" (depois das férias e antes da escola).

Valorizamos o facto e demos-lhe os parabéns pelo seu comportamento tão apaziguador e a atitude inventiva que manteve durante o dia.


- Eu respeito a democracia, dos dois lados! - diz o J.

Felizes ficaram os avós, num dia em que as horas passaram de mansinho...

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

:-)))


"Hoje não consigo parar de sorrir!"
"Este é o melhor dia do mundo!"
Foi o primeiro a acordar. Teve lugar no ninho dos pais e muitos beijos e abraços exclusivos.
O pequeno almoço foi crepes de chocolate e a manhã passou-se a planear o resto do dia.
Almoçamos com os primos, os tios e os avós e não faltou a companhia de um amigo para brincar o resto do dia (e da noite...).
Fizemos um bolo de chocolate, bem ao gosto do aniversariante, enfeitado com as personagens do Astérix, resgatadas à caixa dos brindes dos ovos Kinder.
Ainda deu tempo para ir à piscina, jogar badminton e uma sessão de cinema só para dois meninos crescidos, com direito a pipocas e sumo.
O J. está feliz e bem merece!
Afinal, todos merecemos que o dia do nosso aniversário seja o MÁXIMO!!!

3h 42m



do dia de hoje.

Terminei as faixas horizontais do meu trabalho de patchwork.

Estranhamente não tenho sono.

Estou até bem desperta!

Paixão, maluqueira, obsessão, terapia ou luxo de fim de férias?!

Ensonada como sou habitualmente, só projectos destes é que aguentam os meus olhos abertos até horas indecentes da madrugada (isso ou o meu "caloroso" ferro de engomar...)

Fiz, refiz, desmanchei, aperfeiçoei e até alterei o projecto inicial (lá vou ter que ir às compras mais logo!!!), tudo em horas nocturnas e com Grieg como companhia.

A falta de tempo durante as horas do dia fazem-me ansiar pelas horas da noite e as de hoje renderam bem. Basta saber como me vai encontrar o sol de amanhã?!

De certeza que vai ser brilhante e sorridente porque faz 9 anos que fui mãe pela primeira vez! Desde esse dia, nunca mais fui sozinha!

Parabéns filho!

domingo, 12 de agosto de 2007

vento norte

Nós os 5 vamos ao restaurante/pizzaria/mac donald's com muito pouca frequência, que não chega a quinzenal. Normalmente enquadramos as nossas idas como um prémio para os miúdos, embora à 1ª vista seja um prémio aqui para a cozinheira... À 1ª vista, porque à 2ª arrependo-me sempre e lamento não me ter dado uma dor de barriga "daquelas" que não nos deixa sair da casa de banho, de tão mal que eles se portam fora de casa. Só ficam na mesa até aos cafés dos pais sob forte ameaça ou após longas negociações, vulgo, subornos.
Mas como nós somos masoquistas e insistimos em não esperar até ao 18 anos deles para voltar à saídas sociais, lá nos aventuramos de vez em quando.
Além disso, os rapazes são uns verdadeiros "alarves" à mesa e "limpam" tudo o que lhes aparece. Já nem arriscamos as 1/2 doses ou até os menus infantis sem antes nos certificarmos que são bem guarnecidos. O que vale é que eles gastam bem o que comem, senão a balança do Pediatra já tinha dado sinal vermelho...
Assim, para além da "animação" do repasto, somos bem servidos com a conta no final!
Será que não há restaurantes com descontos para as famílias numerosas??? Do tipo, traga 5 e pagam 4?! Já me chegava!
Ontem, num gesto de insanidade, lá fomos mais uma vez tentar a nossa sorte num restaurante fantástico, unicamente porque tem um parque infantil fechado e totalmente à vista das mesas, mas que tem a mania que é chique. Tão chique que a comida é servida "à la bonne tradition française" (portanto escassa e bem enfeitada) e com preços escritos com caneta de escrita grossa. No fim do almoço e depois de desaparecer o conteúdo de todas as travessas, meio a brincar, meio envergonhada, digo à empregada que levantava a mesa que tinha passado ali um "vento norte".
E o J. acrescentou:
- E vento norte sou eu!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

O Afonso.



O Afonso, o Afonso Henriques.



Toda a gente sabe quem foi e os meus filhos melhor do que ninguém. Eu diria mesmo que o Afonso, o Henriques, é quase um amigo de família, que visitamos todos os anos, nas férias do Verão.

Este não não foi excepção e lá fomos nós, com a companhia requisitada do avô historiador, para que os miúdos ficassem atentos nas outras salas dos Paços dos Duques de Bragança que não apenas a sala das espadas...

À entrada, também a fotografia da praxe da escultura do dito Afonso, que, soubemos todos este ano que foi feita por um senhor da nossa terra, de seu nome Soares dos Reis.

Este ano foi o J. que esteve com a máquina fotográfica a fazer a reportagem da visita. Quando tirava uma fotografia à irmã, lamenta-se pela mau enquadramento e disse:

- Só consegui apanhar as pernas do "Afonso".

Na despedida, e a caminho do ansiado lanche, o J. despede-se do seu amigo:

- Adeus Afonso, sou um grande fã seu (E eu que pensei que ele já o deixava tratar por tu!!!).



A ida a Guimarães também serviu para ir buscar um presente (de mim para mim) à Alice. E ficou linda a minha mala...


No regresso, e ainda a caminho da viagem medieval (que servirá de assunto para outro post), o cansaço derrubou os mais velhos e vinha o pequeno a cantar rap:


Uh, uh, da, da, faz, faz...

- Ó pai põe mais alto!!!

Mas a música acaba...

- Desliga pai, esta é "fatela"!