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domingo, 22 de junho de 2008

Olha o Verão!

Visto pela L.




e visto pelo J.

Com o calor, a tarde de Domingo é grande para brincar à bonecas, ou para fazê-las, como esta fada bailarina, a "Rita"!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

paper piecing pineapple


Foi a primeira experiência em paper piecing. Chamam-lhe o "ananás".
O processo de execução é divertido, mas ainda não encontrei o material/papel certo para o fazer, sem que as costuras se desmanchem...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

tricot elevado a duas

Quando mãe e filha se juntam a tricotar, faz-se luz!




Às vezes, os pequenos pormenores são os mais importantes: a L. aprendeu a tricotar com agulhas luminosas!!!


Entre malhas caídas e muitas apanhadas, a menina desperta para os fios...




... e o menino também!



domingo, 1 de junho de 2008

Estrela de Belém


Está pronto!

Demorei mais tempo a escolher o modelo e os tecidos do que a unir todos os pedacinhos que compõem esta "estrela de Belém".

Quando aderi ao medallion quilt along, que conheci através de uma das minhas visitas diárias, fascinou-me o facto de se tratar de um projecto que envolve pessoas de todo o mundo.
Cada participante vai construindo o seu trabalho ao sabor da inspiração do momento, dos materiais de que dispõe, mas sob a orientação comum de um moderador, que indica as medidas, a estrutura, o esquema de cada bordadura, e muito mais que ainda estou para descobrir.

Para mim é também a possibilidade de fazer um "medallion quilt", que é uma composição diferente das mantas tradicionais americanas, que tiveram origem exactamente neste tipo de sequência (fazendo sucessivas repetições dos blocos centrais).

Por isso, dei especial importância ao centro, que teria que ser intenso, em termos de cor e com um significado especial, por ser à sua volta que irão surgir todas as bordaduras.

Encontrei o que procurava neste desenho da estrela de belém, símbolo da origem do mundo em que acredito.
Os tecidos são da loja (este, este, este e alguns daqui).
O laranja simboliza a luz e o calor e o fundo verde a natureza, ponteado com corações floridos.

Aos cantos, flores em tons diferentes, reveladores da multiculturalidade iluminada pela estrela de belém.




Agora, fico à espera do que se segue...

quarta-feira, 28 de maio de 2008

entre dias

Feito ao serão, para uma noiva de Maio,





enquanto o medallion vai progredindo...


domingo, 25 de maio de 2008

Relíquias




Não sou muito dada a antiguidades, mas vivo no meio delas sem me dar conta disso.

Em pequena servi muitos carrinhos de linhas às freguesas sem prestar atenção à beleza das gavetas que as guardavam. Passados uns anos e com a mercearia do meu avô já fechada, fui encontrar este mesmo armário, cheia de linhas e cores.


Pedi a um amigo que o limpasse e lhe desse o traço original, o que ele fez e muito bem.

No meio da conversa, apercebeu-se que eu me encanto com estas coisas dos fios e dos bordados e ofereceu-me as relíquias que não lhe interessam dos recheios (de casas) que encontra.


Cada tolo com a sua mania e esta é a minha!









sexta-feira, 23 de maio de 2008

meias

Uma foi para aprender...




Duas são para brincar...



quinta-feira, 8 de maio de 2008

mini craft



Uma encomenda da L. para a aula de ballet:

- o enxoval completo do mini berço de bonecas, composto por colchão, lençol, almofada e cobertor.

Quando me pediu para o fazer, disse que era para ser usado numa coisa que eu não posso saber o que é, para um espectáculo que não posso ainda conhecer, em que ela vai ser um personagem que não me pode revelar.

De quem não sabe de nada, nem pode saber, até saiu um trabalho engraçado.


Ela gostou, mas não pode dizer porquê!!!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Costura



Ficou pronto no fim de semana, nem sei bem como.

Ou melhor, até sei, com sacrifício de muitas horas de sono e insistentes dores nas costas.




Este trabalho foi projectado para apresentar num concurso de lavores e espero que faça boa figura.




O patchwork e o quilting têm sido no último ano uma aprendizagem mais de livros e outras experiências, do que propriamente de cortes e costuras.


Mas já produzi alguma coisa e cheguei à conclusão que aprendo muito mais com as mãos.


Usei alguns tecidos da loja e outros que venho coleccionando, sempre com receio de os cortar.

O enchimento é de algodão, com um acabamento muito, muito confortável.

Com a pressão do tempo a correr, senti a enorme vantagem de ter retrosaria dentro de casa ...

Gostaria muito de o ter acolchoado à mão, mas o tempo não permitiu. Fica para a próxima...


De detalhe em detalhe, os blocos que encontrei neste livro foram-se encaixando e harmonizando entre si, num processo que foi muito divertido.




O encontro de estampas e a combinação de cores foram as maiores dificuldades, mas as soluções surgiram e o painel foi-se compondo.


Os meninos gostaram do resultado e andavam curiosos com os cortes nos panos da mãe.


Depois de lhes explicar o que estava a fazer e que precisava de o acabar dentro do prazo, deixaram-me trabalhar, interrompendo só para perguntar "algumas vezes" se já estava pronto.


O J. olhou para os blocos espalhados no chão e disse:


- Olha mãe, isso é o curso (referindo-se a isto).

Como é tradição no patchwork, dei-lhe um nome: Costura.


Pouco original, mas resume bem todos os objectos.



Depois da exposição, há-de vir para o quarto de costura.

domingo, 9 de março de 2008

Chegou...



...o presente da Luísa, do PIF em que fui uma das felizardas ganhadoras.

Estava muito curiosa sobre o que seria, sabendo do enorme talento que a Luísa tem revelado a quem a visita. Não estava enganada.

Recebi um estojo para guardar agulhas e alfinetes, com uma bolsinha para a tesoura. Feito em patchwork e bordado em sashiko. Mais bonito que isto só ao vivo.



Obrigada Luísa! (que ainda me presenteou com dois lindos tecidos)


Agora tenho que trabalhar para cumprir a minha promessa. Mas atenção, não criem tão grandes expectativas..;)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Lenço de amor





Porque é de amor que ele fala.


É um lenço de amor de filha, da filha da minha mãe!


Nunca sei como demonstrar e retribuir à minha mãe todo o amor e dedicação que ele tem comigo e com os muitos.

A brincar e a sério, costumo dizer que ela é o meu braço direito...e esquerdo e a minha perna direita e também a esquerda. Preciso muito da sua ajuda todos os dias e a demasiadas horas, reconheço, mas não o escondo nem me retraio. Agradeço, muito!


A minha mãe é uma mulher muito especial, para mim a mais especial de todas as mulheres e ainda bem que é a minha mãe. É também a mãe dos meus filhos, que trata como filhos, mais do que netos, e a quem eles respeitam e amam como uma mãe, mais do que avó.

Sabe observar, avaliar, esperar e ensinar como ninguém.

Não apenas as letras e os números aos alunos que passaram pelas cadeiras da sua sala de aulas, que, atingida a maioridade, continuam a levar flores a casa da professora no dia do seu aniversário.

Sabe ensinar a viver, a saber viver e a colher os frutos da nossa paciência.

Somos as duas muito diferentes, não apenas no verde dos olhos, que passou à minha irmã, ou na tez morena, que também não tenho. Somos sobretudo diferentes na forma de estar na vida, ela prudente, eu espontânea, ela realista, eu optimista, ela hesitante, eu impulsiva, ela assertiva, eu desastrada.

Tal como para o meu pai, a minha mãe abranda a nossa fervura, só depois de deixar deitar um bocadinho por fora...

Se calhar é a única pessoa a quem sou incapaz de dizer alguma palavra desagradável, mesmo que esteja nos meus piores dias, por não suportar a ideia de a fazer sofrer.

Aprendo imenso com ela e sei que em muitas artes foi a mim que ela passou testemunho, mas estou muito longe de ser uma mãe assim.


Depois de muito pensar no presente que lhe queria oferecer, e que normalmente é uma coisa feita por mim, há uma semana decidi-me pelo lenço de amor, com uma quadra que criei para ela, só para a Rosa do nosso jardim, com os erros ortográficos típicos destes lenços, como não podia deixar de ser.





E como em algumas coisas somos bem parecidas, o lenço foi bordado até à última da hora, pela noite dentro, e com os dedos ressentidos das espetadelas.
Passei a semana a escondê-lo, sempre que vinha cá a casa e pela primeira vez a querer que ela fosse embora para poder continuar o trabalho. E ela logo, logo percebeu e até se ria quando eu lhe disse para ignorar o monte da roupa que ia aumentar consideravelmente nos próximos dias.

É tão difícil esconder o que quer que seja da minha mãe, sobretudo as emoções.
Quando se apercebe, e ela apercebe-se sempre, que há falta de namoro entre nós, diz-nos que esta semana ainda não fomos ao cinema e "marquem lá o dia que eu fico com os meninos."


São hoje 60 anos, mas ninguém lhos dá, porque tem a cara sorridente de uma jovem mulher!

Mãe de 3 filhos, avó de 6 netos. Os anos passam, mas não passam por ela!


Todos mereciam ter uma mãe como a minha!





segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

rodilha


Da Mary, com andorinhas, mesmo como eu queria.


É saloia e é linda!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

blog na ponta d'agulha


Há muito pensado, com muitos projectos em lista de espera, o blog da loja já vem atrasado.
Mas aqui está ele.
Não há como um Domingo com sol!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

verde lima com rosa choque



Em dia de inventário da loja, a L. vasculhou as caixas das lãs e pediu para lhe fazer um cachecol com duas cores: verde lima e rosa choque.
Para que o contraste de cores não encandeasse as vistas e o cachecol pudesse sair à rua, encontrei um modelo em crochet que lhe caiu que nem uma luva.


Por falar em luva, e para dar conta de todas as encomendas domésticas, ainda me faltam as luvas, o gorro e as caneleiras a condizer (porque é que eu não lhe dei as das winx que só custavam 2 €...), o cachecol para o J. (azul e branco, às riscas, como os do Porto) e o cachecol para o G., para emparelhar com o gorro.

Ufa!!!

Valha-me o pai, que ficou satisfeito com o gorro preto que depois de feito, desfeito e refeito, já não sai daquela cabeça nas noites frias.

Patchwork para o bébé

E porque os bébés não esperam para nascer, está pronta a manta para o Luís.
Foi a primeira manta que fiz em patchwork e ainda está muito por aprender: a combinação das cores, o acolchoamento (desta vez foi à máquina), o remate dos cantos ... mas agradou-me o resultado.
Com enchimento de algodão, vai aquecer os seus primeiros dias de vida.
Espero que ele goste!



segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Lãs Noro

Já chegaram há uns dias, numa elegante embalagem de apresentação e deixaram-me rendida.
A partir de hoje, também já estão na ponta d'agulha, para que o prazer não seja só meu.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

O mundo visto de cima.



O mundo visto de cima.
Este é o tema do projecto da escola dos muitos.
Os pais também tiveram que contribuir com a sua visão sobre o mundo em que todos vivemos.
Esta é a nossa!
Foi um prazer começar o ano de 2008 com um trabalho assim!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

shiuuuuu

Estes são para oferecer...mais logo...




















Este chegou à minha caixa do correio, e deixou-me muito feliz. Obrigada Rita!


sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

É Natal...


Chegaram a casa com os trabalhos de Natal que fizeram na escola.
Lindos, para os olhos da mãe e não só.

O presépio foi obra do G., que identificou o José, a Maria e o Jesus.



- Lindo, filho, foste tu que os fizeste?

- Não, eu só pintei a estrela...


A mãe também teve trabalho...para casa...


Os chapéus de Pai Natal que vão alegrar a cabeça dos meus muitos na festa de Natal não vieram da China, mas da máquina de costura, às 2h30m de hoje.

Sabe bem melhor assim!

P.S.: Depois de escrever este texto é que reparei que o J. estava aplicado ao contrário. Desmancha, inverte, cose e remata. Só acabou depois das 3h...mas a criança foi bem identificada.